Vivemos medindo o peso do amor e da dedicação do outro, mas esta balança sempre pende por este ou aquele lado. A busca deste equilíbrio desgasta e corroem nosso amor próprio e nossa capacidade de avaliar os acontecimentos do dia a dia. Criamos expectativas com base em nossos conceitos e valores, e quase sempre estas expectativas nos causam ansiedade e dor. Avaliamos nosso grau de importância na vida desta ou daquela pessoa, com base no tempo e atenção que ela nos dedica, no entanto, nossa visão neste assunto é unilateral, geralmente cobramos aquilo que não oferecemos.
Trilhar estas estradas de encontros e desencontros humanos seria bem mais fácil sem todas estas medidas e expectativas, mas por onde começar esta caminhada?
Johan