
A morada íntima vez por outra se mostra vazia. Difícil aceitar o verdadeiro Eu. Nossos olhos não alcançam a essência do ser e se aprisionam a visão externa das coisas e das pessoas, os sentidos se confundem e perdem o rumo. Ansiamos por encontrar o equilíbrio e equalizar os sentimentos, mas, talvez esta aparente confusão, seja proposital e indispensável a nosso ser. Aceitar nossas imperfeições já é um modo de caminhar na direção da resolução íntima, não há como se tornar um ser diferente da nossa própria essência, ela pode e deve ser moldada pelas mãos da criação, pelas suas próprias mãos.
Johan e Eu